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Crateras lunares jovens sempre apresentam feições nítidas e espetaculares. A imagem acima destaca o talude oeste da cratera Fabbroni localizada na borda norte do Mare Tranquilitatis, perto do local de pouso da Apollo 17. Falhas no talude criaram muitos canais estreitos de material granular que fluiu pelo talude abaixo em direção ao centro da cratera.

A refletância do material muda dependendo de vários fatores, como a composição, o tamanho dos grãos, e a maturidade. O talude da cavidade da cratera é composto de múltiplas camadas e de seus detritos. A mistura desses materiais exibem várias refletâncias, que contrastam de forma nítida com as feições de fluxo.

Fonte:

http://www.lroc.asu.edu/news/index.php?/archives/561-Meandering.html#extended

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O VLT em Ação

quarta-feira, maio 16, 2012 posted by sacani

A foto acima foi feita desde a plataforma do VLT, o Very Large Telescope do ESO olhando para norte-noroeste durante o crepúsculo, nessa imagem, os quatro Unit Telescopes, ou UTs, de 8.2 metros de diâmetro como são conhecidos, podem ser vistos. Da esquerda para a direita temos o Antu, o Kueyen, o Melipal e o Yepun, os nomes em Mapuche para os gigantes telescópios do VLT. Em frente aos UTs estão os quatro Auxiliary Telescopes (ATs) de 18 metros de diâmetro, que são inteiramente dedicados para a interferomentria, uma técnica de observação que permite aos astrônomos observarem detalhes até 25 vezes mais finos do que quando observam um mesmo objeto com somente um telescópio.

Fonte:

http://www.space.com/15717-vlt-action.html

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Sol 2951 da Opportunity em Marte

quarta-feira, maio 16, 2012 posted by sacani

Após gastar 19 semanas trabalhando em um lugar enquanto que a energia solar estava muito baixa para dirigir pelo solo marciano durante o inverno no Planeta Vermelho, o Veículo de Exploração Robô Opportunity da NASA está se movendo novamente. O local de trabalho no inverno foi no talude norte de um afloramento chamado de Greeley Haven. O veículo robô usou sua câmera de popa depois de completar mais um trecho em 8 de Maio de 2012, capturando essa visão do Greeley Haven.

Desde que pousou na região de Meridiani em Marte, em 25 de Janeiro de 2004, o Opportunity já dirigiu por 34.4 quilômetros em Marte.

Essa imagem mostra o mapa de travessia do Opportunity do Sol 2951 e mostra o caminho percorrido pela sonda robô para viajar para esse ponto. Um Sol é um dia marciano.

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A Nebulosa da Tarântula

quarta-feira, maio 16, 2012 posted by sacani

A maior e mais violenta região de formação estrelas conhecida em todo o Grupo Local de Galáxias localiza-se na nossa galáxia vizinha da Grande Nuvem de Magalhães. A imagem acima mostra a Nebulosa da Tarântula na distância de Nebulosa de Orion, uma região de formação de estrelas local. Também conhecida como 30 Doradus, o gás rosa e vermelho indica uma massiva nebulosa de emissãoo, embora partes remanescentes de supernovas e nebulosas escuras também existam nesse local. O nó brilhante de estrelas à esquerda do centro  é chamado de R136 e contém muitas das estrelas mais massivas, quentes e brilhantes que são conhecidas. A imagem acima é considerada um dos maiores mosaicos já criados com observações do Hubble e tem revelado detalhes sem precedentes dessa enigmática região de formação de estrelas. A imagem acima foi lançada para comemorar os 22 anos do Telescópio Espacial Hubble em órbita.

Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap120516.html

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O Veludo Azul da Superfície de Mercúrio

quarta-feira, maio 16, 2012 posted by sacani

No centro da imagem acima existe uma área de terreno escuro e azul escuro. Os cientistas que trabalham com a sonda MESSENGER referem a esse tipo de terreno como Material de Baixa Refletância, ou LRM do inglês. Além de ser escuro em todos os comprimentos de onda, o LRM reflete menos luz nos comprimentos de onda mais longos do que o material médio na superfície de Mercúrio. Os nossos olhos percebem a luz no comprimento de onda longo no final do espectro visível, como o vermelho, e nos curtos como o azul. Assim, o LRM é dito ter uma coloração azul com relação à superfície de Mercúrio como um todo. Entre as crateras mostradas na imagem acima pode-se citar a Kuiper, a Yeats, a Dominici e a Homer.

Fonte:

http://messenger.jhuapl.edu/gallery/sciencePhotos/image.php?page=1&gallery_id=2&image_id=849

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Um Olhar Profundo em Centaurus A

quarta-feira, maio 16, 2012 posted by sacani

A galáxia peculiar Centaurus A (NGC 5128) aparece nesta imagem obtida pelo instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, instalado no Observatório de La Silla do ESO, no Chile. Com um tempo total de exposição de mais de 50 horas, esta é provavelmente a imagem mais profunda já criada deste espectacular e incomum objeto. Crédito: ESO

Esta nova imagem do Observatório Europeu do Sul mostra a estranha galáxia Centaurus A. Com um tempo total de exposição de mais de 50 horas, esta é provavelmente a imagem mais profunda já criada deste espetacular e incomum objeto. A imagem foi produzida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, instalado no Observatório de La Silla do ESO, no Chile.

Centaurus A, também conhecida como NGC 5128 [1], é uma galáxia elíptica peculiar de grande massa com um buraco negro supermassivo no seu centro. Situa-se a cerca de 12 milhões de anos-luz de distância na constelação do Centauro e distingue-se por ser a rádio galáxia mais forte do céu. Os astrônomos pensam que o núcleo brilhante, a forte emissão rádio e os jatos da Centaurus A são produzidos por um buraco negro central com uma massa de cerca de 100 milhões de vezes a massa do Sol. A matéria situada na regiões centrais densas da galáxia liberta enormes quantidades de energia à medida que cai em direção ao buraco negro.

Esta imagem do Wide Field Imager permite-nos apreciar a natureza elíptica da galáxia, que aparece na forma alongada das regiões exteriores mais tênues. O brilho que enche a maior parte da imagem vem de centenas de bilhões de estrelas velhas e frias. Contrariamente à maioria das galáxias elípticas, a forma homogênea da Centaurus A é perturbada por uma faixa larga e “remendada” de material escuro, que obscurece o centro da galáxia.

A faixa escura contém grandes quantidades de gás, poeira e estrelas jovens. aglomerados de estrelas jovens brilhantes situados nas extremidades superior direita e inferior esquerda da faixa apresentam o brilho vermelho característico de nuvens de hidrogênio onde se formam estrelas, enquanto que algumas nuvens de poeira isoladas podem ser vistas contrastando com o fundo de estrelas. Estas características, juntamente com a emissão rádio intensa, apontam para o fato provável da Centaurus A ter resultado da fusão entre duas galáxias. A faixa de poeira é provavelmente os restos desfeitos de uma galáxias espiral a ser rasgada pela atração gravitacional da galáxia elíptica gigante.

O novo conjunto de imagens do WFI inclui exposições de longa duração com os filtros vermelho, verde e azul, além de filtros especialmente concebidos para isolarem a radiação emitida pelo hidrogênio e oxigênio brilhantes. Estes últimos ajudam-nos a localizar os conhecidos jatos ópticos situados em volta da Centaurus A, jatos esses que eram praticamente invisíveis numa imagem obtida anteriormente pelo Wide Field Imager (eso0315a).

Estendendo-se desde a galáxia até ao canto superior esquerdo da imagem encontram-se dois grupos de filamentos avermelhados, mais ou menos alinhados com os enormes jatos proeminentes nas imagens rádio. Ambos os conjuntos de filamentos são na realidade maternidades estelares que contêm estrelas quentes jovens [2]. Por cima do lado esquerdo da faixa de poeira, encontramos os filamentos interiores, a cerca de 30 000 anos-luz de distância do núcleo. Mais para o exterior, a cerca de 65 000 anos-luz de distância do núcleo da galáxia e próximo do canto superior esquerdo da imagem, os filamentos exteriores podem ser observados. Existem também muito provavelmente, traços de um contra-jato muito mais tênue, que se estende para a direita e para baixo.

Este mapa mostra a localização da galáxia peculiar Centaurus A (NGC 5128) na constelação do Centauro. O mapa mostra a maioria das estrelas visíveis a olho nu sob boas condições atmosféricas e a Centaurus A propriamente dita encontra-se assinalada com um círculo vermelho. Esta galáxia é bastante brilhante e pode por isso ser observada com um pequeno telescópio amador ou mesmo com binóculos. A faixa escura também se torna claramente visível com um telescópio um pouco maior. Crédito: ESO, IAU and Sky & Telescope

Centaurus A foi já extensivamente estudada em comprimentos de onda que se vão desde o rádio até aos raios gama. Em particular, observações em rádio e raios X foram cruciais no estudo das interações entre a emissão altamente energética vinda do buraco negro de grande massa e os seus arredores (ver eso0903). Estudos de Centaurus A feitos com o ALMA estão no seu início.

Muitas das observações de Centaurus A utilizadas na criação desta imagem foram obtidas no intuito de ver se era possível usar rastreios terrestres para detectar e estudar estrelas variáveis em galáxias fora do nosso Grupo Local, tais como Centaurus A [3]. Foram descobertas mais de 200 novas estrelas variáveis em Centaurus A. 

Notas

[1] A galáxia foi inicialmente documentada pelo astrônomo britânico James Dunlop no Observatório Parramalta na Austrália, a 4 de Agosto de 1826. Esta galáxia é frequentemente chamada Centaurus A porque foi a primeira fonte principal de ondas rádio descoberta na constelação do Centauro nos anos 1950.

[2] A origem de ambos os filamentos não é clara e os astrônomos debatem ainda se estes são o resultado da ionização produzida pela radiação que vem do núcleo ou se são o resultado de choques que se originam nos nós de gás.

[3] Mais informação encontra-se disponível no artigo científico de J.T.A. de Jong et al. 2008

Eso1221
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Fonte:

http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1221/

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COPERNICUS & Cia. (autor: Tolentino)

Cratera COPERNICUS– Cratera com 93 Km (58 milhas) de diâmetro externo. 

Coordenadas Selenográficas: Lat: 9.7º N  Long: 20.1º W.

Diâmetro: 93 Km;

Profundidade: 3,8 Km.

Foto no mapa: LAC 58.

Melhor época para observação: 2 dias após a fase “quarto crescente” ou 1 dia após a fase “quarto minguante”.

Quem foi Nicolaus Copernicus ? Astrônomo polonês da renascença (1473-1543). Combateu o geocentrismo (a Terra como o centro do universo) formulando o modelo heliocentrico (o Sol como centro do Universo com Terra e os planetas girando ao seu redor). Retirou a Terra do centro do Universo.

Copernicus é uma cratera relativamente jovem, com cerca de 1 bilhão de anos. Essa espetacular cratera de impacto possui um sistema de “raios brilhantes” que se estendem por cerca de 800 Km para fora (visível a olho nu), é uma das mais proeminentes e famosas da superfície lunar. Não é uma cratera com o perímetro perfeitamente circular. Na realidade sua circunferência é definida por uma seqüência de 7 segmentos relativamente retos. As bordas externas que circundam a cratera formam uma espécie de “fortificação” com paredes escarpadas e inclinadas, criadas pelos escombros do impacto.

Existem na superfície circundante de Copernicus uma série de minúsculas crateras secundárias, que foram criadas por materiais ejetados durante o grande impacto que criou Copernicus.

Copernicus é um alvo fácil para telescópios e fica perto do centro do disco lunar, junto da margem sul externa do Mare Imbrium. Após o impacto do asteróide que criou Copernicus a cerca de 1 bilhão de anos atrás, suas paredes internas desabaram, criando encostas que formaram espécies de “degraus” ou  “curvas de nível” (walls in terraces).

Observe o piso interior plano (diâmetro da parte interna com 56 Km ou 35 milhas) e os protuberantes montes quase centrais, com 900 metros de altura. Os picos ascenderam quando as rochas da crosta lunar foram comprimidas pelo poderoso impacto que criou Copernicus e reagiram com uma espécie de ricochete (ação e reação). Os picos contém material com origem provável de 5 a 10 Km abaixo da superfície.

Foto com apenas 1 frame em ‎27‎ de ‎março‎ de ‎2011, ‏‎05h41m.

Não deixem de visitar na internet o site oficial do Observatório Lunar Vaz Tolentino, onde é possível encontrar centenas de imagens da Lua, além de muitas informações sobre astronomia e ciência em geral. Visitem: www.vaztolentino.com.br

Fonte:

www.vaztolentino.com.br

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Os astrofotógrafos que tiram fotos do Sol estão acostumados a registrar naves e estações cruzando o disco solar. Durante anos, as silhuetas dos veículos espaciais como os ônibus espaciais e da ISS projetadas contra o disco solar produziram belas imagens. Agora um novo objeto se junta a essa constelação, a estação espacial da China, Tiangong-1. Em 11 de Maio de 2012, pela primeira vez, o especialista francês em fazer esse tipo de imagem, Thierry Legault registrou a estação cruzando o disco solar como pode ser visto na imagem acima.

“Orbitando a Terra a uma velocidade aproximada de 16500 km/h, a estação chinesa gastou 0.9 segundos para cruzar o disco do Sol”, disse Legault, que registrou esse trânsito de uma fração de segundo usando um filtro solar acoplado a um telescópio refrator Takahashi FSQ-106 e uma câmera Canon 5D Mark II.

Atualmente a silhueta da Tiangong-1 de 19000 libras é bem menor do que a sua companheira, a ISS que já tem 990000 libras. A Tiangong-1 irá crescer um pouco mais durante o verão de 2012, quando a nave Shenshou 9 irá levar três astronautas chineses para sua primeira visita a bordo da estação. A agência espacial chinesa que esse é só o primeiro passo para o desenvolvimento de uma grande estação espacial, muito maior planejada para ser lançada em 2020. Essa com certeza irá gerar silhuetas maiores contra o disco do Sol.

Você pode ver a Tiangong-1 a olho nu brilhando no céu noturno tão brilhante quanto as estrelas da Ursa Maior, por exemplo. Você pode conectar seu smartphone ao site www.spaceweather.com e receber diretamente o momento em que as estações são visíveis no seu local.

Fonte:

www.spaceweather.com

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O Instrumento MODIS: Ciência e Beleza

quarta-feira, maio 16, 2012 posted by sacani

Belas imagens obtidas pelo instrumento MODIS a bordo dos satélites Aqua e Tera da NASA são usadas pelas pessoas em todo o mundo todos os dias. Mas o MODIS é mais do que imagens bonitas, as contribuições do instrumento para a ciência incluem um melhor entendimento da cobertura de nuvens na Terra, a distribuição dos aerossóis, os níveis de fitoplâncton e o uso e cobertura da terra. O vídeo acima conta um pouco dessa história de sucesso.

Crédito: NASA/Goddard Space Flight Center

A Expedição 31 Se Prepara Pará o Lançamento

quarta-feira, maio 16, 2012 posted by sacani

O foguete Soyuz é visto na imagem acima através do monitor de uma câmera de vídeo, momentos antes do Comandante da Soyuz Gennady Padalka e os Engenheiros de Voo Joseph Acaba e Sergei Revin chegarem a bordo do foguete no Cosmódromo de Baikonur no Cazaquistão para o seu voo que está levando essa tripulação rumo a ISS.

O trio deve se acoplar ao módulo Poisk Mini-Research Module da ISS às 12:38 a.m. Da quinta-feira fazendo com que a Expedição fique completa com seus seis membros.

Fonte:

http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2249.html

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