As Melhores Fotos Da Cratera Clavius Na Lua
A imagem acima, a primeira vista pode ser considerada uma das melhores imagens já feitas da cratera Clavius na Lua. E ela realmente pode ser considerada uma das melhores imagens já obtidas dessa região na Lua. Mas como definir se uma imagem é boa, ou até mesmo é a melhor já obtida de alguma feição na Lua? Para isso pode-se usar uma série de fatores para avaliar a qualidade da imagem. A resolução é um fator importante, embora não seja o mais importante, no caso da Clavius, as duas pequenas correntes de crateras na parte leste do interior que são radiais à Rutherford, a grande cratera na parte sul do anel da Clavius, podem ser usadas como um bom parâmetro para deduzir a resolução. A tonalidade também é um fator crítico. Pode-se notar as partes cinzas suaves no interior da Clavius e nos montes ao redor, as marcas de albedo nos terraços das paredes da Rutherford e a existência de detalhes nas escarpas brilhantes da parede das crateras. Um elemento final para ser avaliado é a composição. Essa imagem é muito bem centrada no objeto de interesse e mostra relevantes feições ao seu redor. Outra imagem da Clavius que pode ser considerada uma das melhores já feitas é apresentada abaixo. A imagem abaixo em comparação com a imagem principal desse post é também excelente, mas foi feita com uma iluminação muito menor. O site LPOD, e o seu criador e grande pesquisador da Lua Chuck Wood decidiu então montar um site com as melhores fotos já feitas de determinadas crateras da Lua, onde essas duas imagens da cratera Clavius estão apresentadas.
Fonte:
Bola de Fogo É Registrada Sobre a ilha Grega de Corfu
A foto acima mostra uma impressionante bola de fogo cruzando o céu noturno e notada com clareza durante uma sessão de observação no Monte Pantokrator na Ilha Grega de Corfu. A câmera foi originalmente configurada para registrar imagens de um pequeno grupo de pessoas que faziam a observação e antes disso o brilhante meteoro registrado e mostrado acima iluminou toda a paisagem ao redor. Esse meteoro tinha uma magnitude aproximada de -8, ou algo em torno de 25 vezes mais brilhante que Vênus, tão brilhante que pôde ser visto como uma reflexão azul esverdeada na água do oceano. Na parte inferior direita da imagem é possível ver a reflexão dessa bola de fogo. Abaixo uma pequena animação mostra o surgimento do meteoro durante a sessão de observação.
Fonte:
http://epod.usra.edu/blog/2012/02/fireball-over-corfu-greece.html
A aparência da Lua muda a cada noite. Nessa sequência de imagens acima configuradas como se fosse um vídeo do tipo time-lapse, pode-se ver como a aparência da Lua muda durante uma lunação, ou seja, um ciclo lunar completo. À medida que a Lua orbita a Terra, a metade iluminada pelo Sol torna-se cada vez mais visível e então começa a diminuir. A Lua sempre mantém a mesa face voltada para a Terra. O tamanho aparente da Lua muda muito pouco, apesar de uma pequena oscilação chamada de libração ser observada à medida que ela avança ao longo da órbita elíptica. Durante o ciclo, a luz do Sol reflete na Lua em diferentes ângulos, e assim ilumina as feições lunares de forma diferente. Uma lunação completa dura 29.5 dias um pouco menos de um mês.
Fonte:
http://apod.nasa.gov/apod/ap120205.html
A Busca Incansável Por Canais na Lua
Canais que cruzam de leste para oeste normalmente não são muito visíveis pois não existem sombras geradas que preencham o seu interior. De acordo com o astrônomo Mike, autor da foto acima, existe um debate aberto em alguns fóruns sobre o que se deve fazer para poder observar o elusivo Canal Sheespshank. Bem, o telescópio de 18” de Mike fez um bom trabalho assim como o telescópio de 10”polegadas de Paolo Lazzarotti, na imagem mostrada abaixo. O canal corre através de uma lava mais velha, isso pode ser constatado ao se comparar com o mar mais jovem e suave na metade sul da imagem. Qualquer que tenha sido a força usada para formar o Canal de Sheepshank e os canais menores próximos, também mostrados abaixo, aparentemente ela não operou quando as lavas novas foram depositadas pois nenhum canal é observado cortando essas lavas.
Fonte:
Vídeo Traz Resumo das Atividades na ISS Entre 30 de Janeiro e 3 de Fevereiro de 2012
Imagem Mostra Material Ejetado e Raios Escuros Na Superfície de Vesta
Essa imagem feita com a câmera de enquadramento da sonda Dawn mostra parte do depósito de material ejetado ao redor das crateras que constituem a já famosa feição Boneco de Neve no asteroide Vesta, sendo que a maior das três crateras que constituem essa feição tem o nome de Cratera Marcia. Depósitos de material ejetado consistem de pequenos detritos expelidos para fora das crateras no momento da sua formação pelo impacto. Pelo fato de serem feitos de pequenos detritos, os depósitos de material ejetado normalmente têm uma feição suave. O material ejetado também tem uma textura espumante e algumas crateras menores sobrepostas a ele. Na parte inferior direita da imagem existe uma cratera com aproximadamente 2 quilômetros de diâmetro com raios escuros de material ejetado se estendendo para além dela. Esses raios têm o impressionante alcance de 10 quilômetros.
A imagem acima está localizada no Quadrante Marcia e o centro da imagem localiza-se nas coordenadas de 19.6 graus de latitude norte e 179.7 graus de longitude leste. A sonda Dawn obteve essa imagem no dia 26 de Outubro de 2011 a uma distância de 700 quilômetros do asteroide e a imagem tem uma resolução de 70 metros por pixel. Essa imagem foi adquirida ainda na fase HAMO (High Altitude Mapping Orbit) da missão da sonda Dawn em Vesta.
Fonte:
http://dawn.jpl.nasa.gov/multimedia/imageoftheday/image.asp?date=20120203
Uma Cratera Cubista em Mercúrio
Essa imagem foi feita com a câmera de ângulo restrito, ou NAC da sonda MESSENGER e mostra em detalhe a cratera Picasso em Mercúrio. Essa cratera foi denominada em homenagem a Pablo Picasso, o pintor espanhol do século 20, escultor e pai do Cubismo, sua cratera pode ser facilmente identificada pela interessante estrutura em forma de vírgula existente no seu interior. A cavidade pode ter sido formada quando o magma da subsuperfície foi drenado, fazendo com que a superfície se colapsasse deixando um vazio em seu lugar.
Fonte:
http://messenger.jhuapl.edu/gallery/sciencePhotos/image.php?page=1&gallery_id=2&image_id=751
A Análise da Imagem Obtida Pela Sonda Ebb da Missão GRAIL
A imagem acima, com certeza não é uma imagem de altíssima qualidade, mas sua perspectiva é única e é isso que a faz especial. Você consegue reconhecer essa área? Pode-se notar que a cratera na parte esquerda da imagem tem um interior coberto com material escuro de mar e dois picos brilhantes nas bordas com o mar. Essa é a cratera de 143 quilômetros Antoniadi que se localiza no lado escuro da Lua e é considerada uma cratera de transição entre uma cratera de pico central e uma bacia de múltiplos anéis. Uma segunda coisa que chama a atenção nessa imagem são as várias montanhas isoladas como a que aparece perto do terminador na parte central inferior da imagem. Outra grande montanha está à direita acima da grande cratera de interior plano. Olhando ao redor é possível ver outros picos massivos. Nós normalmente observamos esses picos de uma outra perspectiva, como mostrado abaixo. Essa grande cratera na parte mais a direita é a Hausen, e a cratera em direção ao limbo é a Bailly, que tem picos espalhados sugerindo uma bacia de anel interno, como a Antoniadi. Duas crateras à esquerda da Bailly está a cratera de pico central Drygalski. Pode-se notar a massiva montanha curva que corta a Drygalski em direção à Bailly. Seria esse um anel da Bacia Bailly-Newton? Se sim, o centro é deslocado de forma significativa. Essa imagem foi retirada do vídeo feito pela câmera a bordo da sonda Ebb uma das duas sondas da missão GRAIL que estão orbitando a Lua com o objetivo de medir seu campo de gravidade. Tanto a Ebb como sua irmã gêmea, a Flow carregam câmeras de vídeo que coletam imagens escolhidas por crianças espalhadas nas escolas públicas americanas. O objetivo é usar esses vídeos e imagens para inspirar as crianças a se interessarem pela Lua, pelo espaço, ciência e para contribuir de alguma maneira com o futuro do país onde vivem.
Fonte:
O Gelo do Lago Utah
A foto acima mostra aberturas aleatoriamente orientadas na camada de gelo que cobre o Lago Utah no norte de Utah. Essa foto foi feita através de uma janela de abertura a partir de um pequeno avião que voava a aproximadamente 1000 metros acima do solo no dia 27 de Dezembro de 2011. Note que apesar da da orientação das aberturas, a maior delas tem um eixo maior de talvez 20 metros de comprimento, pálidos triângulos têm se formado na parte terminal inferior mais ou menos voltados para mesma direção. O ápice dos triângulos estão apontando na direção sudeste, o norte está para a direita na imagem acima. Isso nos dá pistas das origens das aberturas; depósitos de sal que foram pulverizados a partir de ventos vindos do noroeste.
Um grande número de fatores estão agindo de forma decisiva para determinar a forma de gota de lágrima, o tamanho e a orientação desses buracos, incluindo as tensões, a persistência, a direção do vento, a espessura e a compressão e tensão do gelo no local. Mais ainda, devido ao Lago Utah ser raso, com uma profundidade média de 3 metros, ventos fortes podem arrancar os sedimentos que afetarão de forma decisiva as condições da superfície e as taxas de congelamento. No inverno, provavelmente os buracos se fecharão, e o lago irá se tornar tão espesso que uma pequena aeronave procurando pelo aeroporto próximo quando a visibilidade é pobre pode se confundir entre a Terra e o lago completamente congelado.
Fonte:
http://epod.usra.edu/blog/2012/02/ice-on-utah-lake.html
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